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  • Trump e a estratégia golpista do imperialismo.

    O antídoto para o fascismo é o povo na rua

    Fora Flávio Bolsonaro! Povo às ruas já!

    Votar no Lula como ato revolucionário

    Lula, 2º Turno e a Dialética

    Nesta edição da Tribuna Proletária, enfrentamos o momento mais decisivo das eleições brasileiras: o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. E aqui não há espaço para ingenuidade nem para sectarismo. A dialética, método que enxerga a realidade em movimento e suas contradições, nos obriga a fazer uma análise fria e corajosa: votaremos em Lula no segundo turno, mesmo com todas as suas contradições, porque a alternativa representada pelo Bolsonarismo é um mal muito maior para a classe trabalhadora. Lula é um fenômeno político que concentra contradições: é o líder popular que governou para a burguesia, o anti-imperialista que se curva aos EUA, o político que dialoga com os movimentos populares mas também com o Centrão e o mercado financeiro. Criticamos tudo isso. Mas o que está do outro lado? Flávio Bolsonaro representa a continuidade do projeto mais entreguista e alinhado aos EUA que o Brasil já viu. É o herdeiro direto de um governo que: Tentou um golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023. Matou milhares na pandemia por negacionismo e omissão criminosa. Atacou a classe trabalhadora com reformas que retiraram direitos. Entregou a soberania nacional aos interesses de Trump e do imperialismo. O Bolsonarismo nunca respondeu por seus reais crimes (Negacionismo na pandemia que matou centenas de milhares de pessoas e os ataques a classe trabalhadora)– pelo contrário, eles seguem impune e se reorganizando. Diante disso, a dialética nos ensina: não se trata de escolher o "menos pior" por amor, mas de reconhecer qual das opções permite que a classe trabalhadora sobreviva para continuar a lutar. Votar em Lula não significa abandonar a crítica. Significa derrotar o Bolsonarismo nas urnas para continuar a luta nas ruas. Nesta análise, vamos discutir: O que é a dialética: por que ela é a ferramenta mais poderosa para entender a realidade política. Lula e suas contradições: o líder popular que governa para a burguesia. O segundo turno como momento decisivo: o que está em jogo entre Lula e Flávio Bolsonaro. Por que votaremos em Lula: as razões de classe para derrotar o Bolsonarismo nas urnas. As tarefas da classe trabalhadora: derrotar o Bolsonarismo nas urnas e continuar a luta nas ruas. Um debate para pensar a política com profundidade, sem se deixar levar pelo pragmatismo rasteiro nem pelo sectarismo estéril. A dialética é a arma da classe trabalhadora! Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    O moralismo das campanhas eleitorais a fuga do debate da luta de classes.

    Não subestime a extrema‑direita

    Os EUA e os golpes disfarçados de combate à corrupção

    Para classe operária o único caminho é rumo ao socialismo!

    A verdadeira luta contra à corrupção só com a revolução socialista e a emancipação do trabalhador.

    A Podridão da Burguesia

    Nesta edição da Tribuna Proletária, escancaramos a verdadeira natureza da classe dominante brasileira a partir dos escândalos mais recentes que revelam, em toda sua crueldade, a podridão da burguesia. Os fatos se acumulam, e cada um deles é uma peça de um mesmo quebra-cabeça: Alexandre de Moraes, Vórcaro e o Banco Master: As revelações sobre as relações pessoais e financeiras entre o ministro do STF, o advogado Vórcaro e o Banco Master expõem a promiscuidade entre o Judiciário e o grande capital. Moraes, que se apresentava como "Xerife da Democracia" para o gado da esquerda institucional, tem laços estreitos com os mesmos setores que sempre estiveram no lado contrario dos interesses do povo brasileiro. André Mendonça e os vazamentos políticos: O ministro do STF, indicado por Bolsonaro, é alvo de vazamentos que revelam articulações políticas explícitas dentro da mais alta corte do país. A suposta "imparcialidade" do Judiciário cai por terra quando as conversas e os bastidores vêm à tona, mostrando que o STF é um campo de batalha política, não um templo da justiça. Os atos golpistas de 7 de Setembro: A extrema-direita volta às ruas no Dia da Independência, com discursos golpistas, ameaças às instituições e ataques à democracia. Mais uma vez, a burguesia financia e organiza movimentos que flertam abertamente com o rompimento institucional. Tudo isso culmina em uma crise geral das instituições brasileiras. O Legislativo está dominado pelo Centrão e pelo orçamento secreto. O Executivo, nas mãos de Lula, se desgasta a cada dia e se submete aos mesmos interesses burgueses. O Judiciário expõe suas vísceras podres. E a extrema-direita se organiza nas ruas, nos quartéis e nas redes sociais, pronta para explorar o caos. Mas o que está por trás de tudo isso? A podridão da burguesia. Não se trata de "corrupção" isolada, de "desvios de conduta" ou de "maus políticos". Trata-se da natureza da classe dominante brasileira: uma classe que sempre governou para si mesma, que sempre tratou o Estado como espólio privado e que nunca hesitou em usar a força, o dinheiro e a influência para manter seus privilégios. HOJE, ÀS 19h30, a Tribuna Proletária vai destrinchar: O escândalo Moraes-Vórcaro-Banco Master: o que está por trás das revelações e o que elas dizem sobre a relação entre Judiciário e capital. Os vazamentos de André Mendonça: como o STF se tornou um campo de guerra política e o que isso significa para a "imparcialidade" da justiça. Os atos golpistas de 7 de Setembro: quem financiou, quem organizou e qual o objetivo real da extrema-direita. A crise geral das instituições: Legislativo, Executivo, Judiciário e Forças Armadas – todas em estado de decomposição. A natureza da burguesia brasileira: por que a corrupção, a promiscuidade política e o golpismo fazem partes do estado burgues e não são acidentais. O que a classe trabalhadora pode fazer: denunciar, organizar-se e compreender que não adianta trocar uma peça podre por outra – é o sistema que precisa ser superado. Um debate para arrancar as máscaras da classe dominante e mostrar que, por trás das togas, ternos, discursos e sorrisos, o que existe é apenas podridão, sangue e exploração. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Se o Master, que é pequeno, já abalou bilhões o que será que os gigantes estão fazendo?

    No Imperialismo a unica paz aceita é a morte da resistencia. É a 'paz dos cemitérios'!

    Como sair da crise do Imperialismo? A crise só acaba com a revolução!

    O histórico da Globo, o apelo popular de Lula e o risco de negociação com o imperialismo

    O histórico de derrotas: Somente a resistência popular pode enfrentar o imperialismo.

    Alerta: risco de ataque dos EUA ! | O Brasil é dos brasileiros!

    Ministro da Defesa: 'abrir as portas' — ele tem é que pedir demissão

    Os EUA estão invadindo o Brasil?

    Por que o fascismo só cai com o povo nas ruas

    Terceira guerra se avizinha — a guerra do imperialismo

    Hostilidades ao governo Lula: o peso do Imperialismo nas eleições

    Nesta edição da Tribuna Proletária abordaremos: o papel do imperialismo nas eleições brasileiras e a ofensiva contra o governo Lula. O cenário internacional nunca esteve tão tenso. Donald Trump intensifica sua truculência contra países da América Latina. O governo Lula, que já enfrenta desgastes internos significativos, agora também precisa lidar com uma hostilidade externa que cresce exponencialmente. Trump age em diversas frentes para enfraquecer o presidente brasileiro: tarifas que penalizam a indústria nacional, interferências no Judiciário com pedidos para "arquivar" processos contra Bolsonaro, pressões diplomáticas constantes e o financiamento velado de movimentos de extrema-direita no Brasil. A pergunta que não quer calar: o qual o peso da interferência do imperialismo nas eleições brasileiras? E mais: a "esquerda" que se diz anti-imperialista está preparada para enfrentar esse ataque, ou continuará tratando Trump com "pragmatismo" enquanto a soberania nacional é pisoteada? Nesta análise, vamos discutir: As hostilidades de Trump contra o Brasil: tarifas, interferência no STF, pressão diplomática e apoio à extrema-direita brasileira. O governo Lula sob fogo cruzado: desgaste interno, crise econômica e agora uma ofensiva externa coordenada. O papel do imperialismo nas eleições de 2026: como os EUA atuam para influenciar o resultado das urnas no Brasil e na América Latina. O silêncio da esquerda institucional: por que Lula e o PT não denunciam abertamente a interferência imperialista? As consequências para a classe trabalhadora: quando o Brasil se curva ao imperialismo, quem paga a conta são os trabalhadores. O que fazer: qual a posição da esquerda diante dessa hostilidade declarada? Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    No imperialismo, a saída da crise é sempre a guerra

    G3n0c1d10 em Gaza: A monstruosidade sabor reconstrução de Trump e o silêncio conivente das nações

    Tentativa de golpe e bombas: Futuro repetindo o passado e a piscina continua cheia dos mesmos ratos

    A guerra alimenta o capitalismo!

    Eleições: ideologia importa. E o proletário deve odiar a burguesia.

    Como os EUA rompem o direito internacional e interferem no mundo

    "Ameaça à soberania brasileira: os EUA combatem terrorismo? Então quem arma os grupos?

    A escalada imperialista e a ganância que alimenta guerras

    A presença de Israel na América Latina

    A Tribuna Proletária convida a classe trabalhadora para uma análise fundamental sobre a atuação do Estado s1on1st4 na América Latina. Enquanto Israel continua seu gen0c1d10 contra o povo palestino com total respaldo dos EUA, sua influência na região se expande de forma alarmante, revelando as engrenagens do imperialismo em nosso continente . Não se trata de um "conflito" distante: a máquina de guerra isr43l3ns3 e seus interesses geopolíticos já estão moldando a realidade latino-americana . O gen0c1d10 na Faixa de Gaza não é um evento isolado, mas a ponta de lança de um projeto de dominação global . Com a chegada de Trump, a agressão imperialista se intensifica: O golpe na Venezuela e a ameaça de intervenção no Brasil, ataques ao Irã e a imposição de tarifas sobre nossas economias . A história recente mostra como os interesses s10n10st4s se entrelaçam com os golpes na região. É urgente desmascarar o que está por trás dessa presença. O que explica a construção do "bairro de Israel" na Patagônia? ou A reconstrução da Venezuela por Israel após a tragédia do terromoto? Qual o papel do Brasil diante dessa pressão? A imprensa proletária precisa erguer sua voz contra essa nova fase da ofensiva imperialista, denunciando o genocídio, o apartheid e a ingerência em nossa soberania. Tópicos da Live: Gen0c1d10 em Gaza: A escalada do exterm1n10 e a impunidade isr4el3ns3 . A presença de Israel na AL: Interferência política, econômica e militar na América Latina . O imperialismo estadunidense: A aliança EUA-Israel e a ofensiva de Trump contra nossa soberania (Venezuela, Brasil e Colômbia) . A resposta da região: Rompimentos diplomáticos, resistência e o papel da esquerda latino-americana . O Brasil e o Gen0c1d10: O que fazer para romper com o Estado s1on1st4 e se posicionar contra o imperialismo? Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ (NOVO CANAL - Inscreva-se!) Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Defesa da soberania: a tarefa cabe ao povo, não à burguesia

    Trump no centro da eleição no Brasil e a ameaça à soberania

    Trump mira no Brasil: risco de intervenção e como reagir

    Por que a Terceira Guerra Mundial é uma ameaça real?

    A Diplomacia Brasileira e a Truculência de Trump

    Nesta edição da Tribuna Proletária, mergulhamos em um tema que deveria estar no centro do debate nacional, mas que a grande mídia insiste em esconder: a admissão da diplomacia brasileira sobre a possibilidade de operações militares dos Estados Unidos em território nacional. O Itamaraty, em um movimento de "transparência" que mais parece um alerta, reconheceu publicamente que existe a possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil. Não se trata de uma invasão declarada, mas de uma porta aberta — uma concessão tácita à truculência imperialista que, uma vez admitida, se torna uma ameaça concreta à soberania nacional. E não é coincidência que essa declaração venha à tona no momento em que Donald Trump intensifica sua ofensiva global: Ataque massivo ao Irã. Intervenções veladas e pressões sobre governos da América Latina, incluindo o Brasil. Ataques tarifários e agressões econômicas contra a indústria e o comércio brasileiro. A pergunta que ecoa é: até onde vai a soberania brasileira? O governo Lula está disposto a dizer "não" ao imperialismo ou a diplomacia brasileira está se preparando para mais um capítulo de submissão? Nesta análise, vamos discutir: A declaração do Itamaraty: o que foi dito, o que foi escondido e o que isso significa. O histórico de submissão do Brasil: das bases militares dos EUA na Segunda Guerra à instalação de uma base de satélites em Alcântara, sempre há um "preço" a pagar pela aliança com os EUA. A truculência de Trump como método de governo: tarifas, ameaças nucleares, interferência em soberanias alheias. A posição do governo Lula: há uma defesa efetiva da soberania ou apenas gestos simbólicos enquanto a rendição avança? O que a classe trabalhadora tem a perder: quando o Brasil se curva ao imperialismo, quem paga a conta são os trabalhadores, com perda de empregos, direitos e soberania. Um debate urgente para entender se o Brasil ainda é um país soberano ou se tornou um quintal dos Estados Unidos. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ (NOVO CANAL - Inscreva-se!) Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Leilão das Escolas Gaúchas e Neoliberalismo: Diminuir o Estado? Não é bem assim...

    Derrotar o fascismo com um projeto para a classe trabalhadora

    Por que os EUA pesam nas eleições da América do Sul

    O que houve na Venezuela: traição ou aparato do Estado?

    Os EUA: fascismo institucional e intervenções pelo mundo

    As eleições não vão resolver os problemas do povo!

    Enchentes no RS: solidariedade virou vitrine e lucro.

    Indústria bélica: motor do capitalismo e do imperialismo

    Copa do Mundo e Eleições no Brasil

    Nesta edição da Tribuna Proletária, entramos em campo para analisar a relação que a cada quatro anos se repete e se intensifica: futebol e política no Brasil. Mas não se engane: o jogo que realmente importa não é o que acontece dentro das quatro linhas. Em 2026, o Brasil busca o hexacampeonato na Copa do Mundo em meio a um ano eleitoral decisivo . A história nos mostra que a conquista de um título sempre foi apropriada pelos governos de plantão para construir narrativas de patriotismo e unidade nacional, como fez a ditadura militar em 1970 com o "Pra Frente, Brasil" . Mas será que a euforia de uma possível vitória ainda tem o poder de influenciar a decisão do eleitorado? O histórico brasileiro, desde 1994, demonstra que a performance da seleção não determina o resultado das urnas. No entanto, isso não significa que o futebol esteja isento de disputas políticas. Pelo contrário. Nesta análise, vamos discutir: O uso político da seleção: Como a imagem da seleção e de seus jogadores é capturada por diferentes forças políticas. O recente caso do PL associando Neymar a Flávio Bolsonaro é um exemplo claro de como a extrema-direita tenta se apropriar da paixão popular pelo futebol . O contexto geopolítico: O que a atual campanha eleitoral, com Flávio Bolsonaro como presidenciável e sua aliança declarada com Trump, significa para a soberania do Brasil e a influência do imperialismo na região . É preciso desmascarar a narrativa ufanista e entender que, por trás da Copa do Mundo, há uma disputa política feroz. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ (NOVO CANAL - Inscreva-se!) Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    A extrema‑direita não está derrotada — por quê?

    Venda de 98 escolas na Bolsa: quem se beneficia?

    Capitulação do governo diante da intervenção na Venezuela

    Enquanto a direita briga, oportunidade para o proletariado

    Lula e os interesses dos EUA...