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  • A traição que entregou Maduro e a Venezuela aos EUA !

    A extrema direita não está derrotada — só o povo pode derrotá‑la!

    Construir um movimento que represente a classe trabalhadora

    Cuba: exemplo de internacionalismo em tempos difíceis

    O que fragiliza o governo são os inimigos de trincheira dentro do governo

    Por que explorar recursos com os EUA não é bom para o Brasil

    A política externa de Lula virou submissão?

    Democracia tem valor de classe! lutamos pela democracia do povo e não pela democracia da burguesia!

    Maduro sequestrado. E bolivarianismo cai de Maduro enquanto a extrema direita se expande no mundo!

    Como surge o fascismo?

    O primeiro de maio foi festivo pra quem? O que o trabalhador brasileiro tem para comemorar?

    Por que combater a corrupção exige revolução, não moralismo!

    ONU perdeu importância. Hora de organizar a resistência!

    A Coerência de Lula

    Nesta edição da Tribuna Proletária, vamos desmascarar uma narrativa cara à esquerda institucional: a de que Lula seria "incoerente", "contraditório" ou "traído por seus aliados". A verdade é muito mais simples e cruel: Lula é profundamente coerente. Coerente com os interesses a que sempre serviu. Para provar isso, vamos analisar uma série de atitudes do governo Lula 3 que, vistas em conjunto, revelam um padrão inequívoco: A Bolívia: Enquanto o governo boliviano de Rodrigo Paz (um de direita e enfrenta manifestações dos trabalhadores bolivianos) sofre pressão popular, Lula correu para oferecer ajuda e apoio. A quem Lula serve quando apoia um governo que reprime os trabalhadores? A Venezuela: Lula foi peça fundamental para trancar a entrada da Venezuela nos BRICS, um movimento que isolou ainda mais Maduro internacionalmente. Ao mesmo tempo, criticou abertamente o processo eleitoral venezuelano. Por que Lula age contra o governo venezuelano, enquanto o imperialismo e a direita latino-americana aplaudem? A Nicarágua: Lula se afastou publicamente de Daniel Ortega, repetindo as críticas da direita e do imperialismo ao governo nicaraguense. Cadê a solidariedade aos irmãos latino-americanos? O silêncio sobre El Salvador: Enquanto Bukele implementa um regime de exceção com prisões em massa, superlotação carcerária, mortes e tortura, Lula não diz uma palavra. O mesmo Lula que critica Maduro e Ortega fica em silêncio diante de um governo que está sob acusações de crimes contra a humanidade. O silêncio sobre o golpe na Venezuela: Na época do golpe contra Maduro Lula mal esboçou reação. Hoje, também não fala sobre a contínua interferência imperialista à Venezuela. O que explica esse padrão? Não é "incoerência". É coerência de classe. Lula não serve aos movimentos populares, nem à esquerda latino-americana, nem à classe trabalhadora. Lula serve à burguesia brasileira, ao agronegócio, ao mercado financeiro e aos interesses geopolíticos do Ocidente (leia-se EUA e Europa). Ele critica governos que o imperialismo manda criticar. Ele apoia governos que o imperialismo permite apoiar. Ele se cala diante de regimes que o imperialismo protege. Nesta análise, vamos destrinchar: A verdadeira posição de Lula no xadrez geopolítico da América Latina. O padrão de comportamento do governo brasileiro em relação a governos de esquerda e de direita na região. O papel do Brasil como "sócio menor" do imperialismo na região. O que a esquerda deve fazer diante dessa "coerência" lulista. Um debate para entender que não há contradição no governo Lula. Há apenas a defesa intransigente dos interesses da classe dominante. E a classe trabalhadora que se lasque. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ (NOVO CANAL - Inscreva-se!) Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Se o trabalhador pode trabalhar, pode protestar!

    Fascismo só cai com revolução, não com voto!

    O moralismo do fascismo e as denúncias contra Flávio Bolsonaro

    Elogiar a instituição que prendeu Lula não é lutar contra fascismo. É abraçar o Estado burguês

    Quando os 'abobados' tomam conta: internet, burguesia e fascismo

    Menos pior a cada eleição. Pior a cada governo!!

    Juliana Brizola: voto e alinhamento ao governo Leite

    O que é a EXTREMA DIREITA? E o que falta para combater o fascismo? "Mobilização popular já!"

    Brasil é o segundo que mais paga juros. Sua mais-valia? Foi pro banco.

    A Extrema Direita está Derrotada?

    Nesta edição da Tribuna Proletária, debateremos sobre uma pergunta que não quer calar: a extrema direita está realmente derrotada? Após a derrota eleitoral de Bolsonaro no Brasil em 2022, após o fracasso das tentativas de golpe (8 de janeiro de 2023), após a condenação e inelegibilidade de seu maior líder, após a vitória de Lula, após a derrota de Trump em 2020 e seu retorno, ... seria o fim da onda reacionária que varreu o mundo na última década? Ou será que estamos diante de uma falsa impressão? A extrema direita pode ter perdido algumas batalhas, mas teria perdido a guerra? Seus discursos, seus métodos, suas pautas foram derrotadas ou apenas se reconfiguraram e aguardam o próximo momento de explodir? Nesta análise aprofundada, vamos discutir: Onde está a extrema direita brasileira hoje? O cenário eleitoral para 2026: Quais as chances reais de uma volta da extrema direita ao poder. A situação internacional: Trump, Milei, Bukele entre outros... As derrotas reais e as aparentes vitórias da "esquerda". A permanência das pautas reacionárias: O conservadorismo, o ódio ao trabalhador e a defesa do capital seguem firmes no Congresso, no judiciário e nas ruas. O que a classe trabalhadora deve fazer: Comemorar a "derrota" ou se preparar para o próximo ataque? Um debate necessário para o momento atual e para traçar estratégias para o futuro. Afinal, não podemos cantar vitória sem operariado organizado. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ (NOVO CANAL - Inscreva-se!) Twitter/X: https://x.com/ProletarioNews TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Se outros países conseguiram, o papo de prejuízo é MENTIRA!

    O congresso reacionário de hj se pudesse aumentava a jornada de trabalho!

    Só com luta a jornada muda!

    Governo Lula mantém cortes nas universidades

    Privatizações: O lucro acima da vida

    Redução da jornada impulsiona a economia e protege trabalhadores

    Os Escândalos: A Podridão da Burguesia!

    Nesta edição da Tribuna Proletária, colocamos em debate um tema que escancara a verdadeira natureza da classe dominante: a podridão da burguesia, revelada por seus incontáveis escândalos. Enquanto a classe trabalhadora suporta salários congelados, inflação nos alimentos, juros abusivos, jornadas exaustivas e serviços públicos sucateados, a burguesia e seus representantes – políticos, empresários, juízes, generais e "lideranças" midiáticas – se revezam em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro, propinas, desvio de verbas públicas, sonegação fiscal bilionária, abuso de poder e crimes contra a humanidade. Todo santo dia um novo escândalo vem à tona! Nesta análise aprofundada, vamos discutir: A natureza da burguesia: Por que a corrupção não é um "desvio" mas sim algo estrutural do capitalismo. A impunidade como regra: Como funciona o sistema "democrático burguês" para proteger os ricos e poderosos. A mídia e a seletividade: Como a grande imprensa escolhe quais escândalos investigar e quais abafar conforme o interesse político. O que a classe trabalhadora pode fazer: Denunciar, cobrar, organizar e compreender que não adianta trocar um burguês por outro e muito menos tentar administrar a burguesia – é o sistema que precisa mudar. Um debate para tirar a máscara da classe dominante e mostrar que, por trás das gravatas, ternos, discursos e sorrisos, o que existe é podridão, sangue e exploração. Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ X: https://x.com/ProletarioNews Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria/ TikTok: https://www.tiktok.com/@tribunaproletaria

    Sem luta de massas, a jornada não cai!

    2015: O último grande movimento. Depois disso, só direito perdido

    Reduzir para 40 horas a jornada de trabalho não causa prejuízo!

    Para esquerda: Burguesia se enfrenta, não se administra

    A 'falta de dinheiro' é mentira

    EUA e a soltura do Ramagem: o que isso revelou

    Setores que já têm jornadas menores: desmontando desculpas

    Alessandro Vieira e a reciclagem da extrema-direita

    Eleitoralismo e abandono da luta de massas

    4ss4ssin4t0s e atuação do Mossad no Brasil

    A "esquerda" institucional tem medo do povo!

    Por que "não existe democracia" e como o sistema favorece incumbentes

    Como a mídia brasileira trata o conflito no Oriente Médio

    Acordo Lula–Trump para combater o crime

    Trump Recebe Lula

    Nesta edição da Tribuna Proletária, analisamos um dos encontros mais emblemáticos e controversos da geopolítica recente: a reunião entre Lula e Donald Trump. O presidente brasileiro senta-se à mesa com um dos maiores símbolos da extrema-direita e do imperialismo estadunidense. Um político que sempre representou os interesses mais brutais do grande capital. O que Lula foi buscar nesse encontro? Acordos comerciais? Aproximação política? Legitimidade internacional? Ou simplesmente se curvar diante do império em nome da "governabilidade global"? Qual o significado dessa aproximação para a classe trabalhadora brasileira e latino-americana? Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ Instagram: https://instagram.com/tribunaproletaria X: https://x.com/ProletarioNews

    Alternativa revolucionária e o fim da dependência do PT

    Intervenção internacional, minérios e o golpe na Venezuela

    No RS Juliana Brizola votou com Eduardo Leite e contra os trabalhadores

    O Governo Lula e o Dia do Trabalhador

    Nesta edição da Tribuna Proletária, em pleno mês de maio, fazemos uma análise crítica e necessária: a relação do Governo Lula com o Dia do Trabalhador e com a classe trabalhadora. O 1º de Maio é, historicamente, uma data de luta, resistência e memória dos trabalhadores que tombaram nas fábricas, nas ruas e nas greves por direitos básicos como jornada de 8 horas, descanso semanal, férias, décimo terceiro e aposentadoria. Mas o que essa data representa no terceiro mandato de Lula? O governo tem honrado as bandeiras históricas da classe trabalhadora? Ou o 1º de Maio virou apenas um feriado para discursos vazios, fotos com sindicalistas e anúncios tímidos, enquanto a reforma trabalhista segue intacta, o teto de gastos sufoca os serviços públicos e os trabalhadores seguem submetidos a juros exorbitantes, inflação nos alimentos e salários congelados? Nesta análise aprofundada, vamos discutir: O significado histórico do 1º de Maio: Como essa data foi construída pela luta dos trabalhadores ao redor do mundo. O governo Lula e o "lulismo": O que a experiência petista no poder representa para a classe trabalhadora – avanços e limites. As conquistas dos governos Lula (primeiros mandatos): Valorização do salário mínimo, aumento do poder de compra, expansão do crédito, programas sociais. As contradições e os limites: Reforma da Previdência (em 2019, mas com aval do PT?), política econômica ortodoxa, relação com o capital financeiro, ausência de revogação da reforma trabalhista. O cenário atual no terceiro mandato: O que mudou? Para o trabalhador está melhor ou pior? A pauta do 1º de Maio de 2025: Quais as reais demandas da classe trabalhadora hoje? A posição da esquerda independente: Qual deve ser a postura diante de um governo que se diz de esquerda mas governa com o centrão e o mercado. O 1º de Maio, é dia de celebração ou dia de luta? Acompanhe a Tribuna Proletária em: https://tribunaproletaria.org Siga, curta e compartilhe a Tribuna Proletária nas redes sociais: FaceBook: https://facebook.com/tribunaproletaria YouTube: https://www.youtube.com/@tribunaproletaria_ Instagram: https://www.instagram.com/tribunaproletaria X: https://x.com/ProletarioNews