Enquanto a OTAN exige 5% do PIB em armas e o fascismo se institucionaliza, o proletariado só tem uma saída.
Tivemos duas grandes guerras mundiais no século passado, e uma terceira guerra Mundial está a caminho, já oficializada pelos países imperialistas. A ordem dada pela OTAN é que dupliquem ou tripliquem os investimentos em materiais bélicos. No mínimo 5% do PIB de cada país. Renovação das frotas de guerra é o comando anunciado. As guerras atuais, são para renovar as velharias, vender tecnologia atrasadas, já ir matando e destruindo com armas antigas as forças produtivas. O imperialismo demonstra que realmente entrou no atoleiro, sendo que desde 2008 com a crise do estouro da bolha, nunca mais saiu.
No 04 de Julho deste ano, em comemoração ao aniversário de independência dos Estados Unidos, o país considerado como ultra ou super imperialista, onde o Fascismo desde o fim da Segunda Guerra Mundial vive institucionalmente, com 800 bases existentes no mundo para manter a escravidão no mundo com os cortes de cupom, isto é, que o dólar seja o expoliador mor das riquezas do capital financeiro, Donald Tramp, ou melhor o pato Donald a serviço do imperialismo (tio patinhas), botou pra fora todo o repúdio, o rancor e porque não, o medo do comunismo.
E não é pra menos que isso tenha que ocorrer, o espectro novamente vem bater às portas da burguesia, pois todas as guerras mundiais são uma necessidade do imperialismo bem como a revolução é na outra ponta a saída para o proletariado. Dissemos sempre que a guerra e a revolução são as duas coisas mais concretas em épocas de crise, pois englobam todas as necessidades das duas classes antagônicas do sistema capitalista. O Fascismo cresce nessas épocas, bem como as organizações revolucionárias e as ações dos povos diante do recrudescimento da autocracia imperialistas. Os povos exigem a autodeterminação mesmo sem saber que a única forma objetiva para que isso aconteça é a revolução.
É nisso que entra o Partido Marxista-leninista, para conduzir conscientemente a luta para a tomada do poder. Daí a máxima, se não tem partido há de construí-lo; Se tem partido há de reforçá-lo ainda mais com a vanguarda operária; se já está consolidado na vanguarda a ampliação para o resto dos trabalhadores é contingente do processo conjuntural e do desenvolvimento da luta de classe, até que as condições se tornam abertas e diretas, de guerra civil.
Temos visto nos países vizinhos da América Latina a luta de classes tem se radicalizado, ampliado a luta entre os povos e os dirigentes da burguesia, o povo versus o imperialismo, a autocracia versus as liberdades democráticas, o aumento da repressão e miséria econômica versus o enriquecimento do magnatas, bancos, latifundiários, indústrias, etc… A luta de classe vai cumprindo para o avanço da história universal, e os indivíduos só podem tornar-se algo, não vir a ser desprezíveis, caso estejam no curso desse desenvolvimento. Ficar de fora deste processo, às margens destes acontecimentos, com medo da morte, não é viver. Um segundo vivido na luta vale mais que uma vida toda celebrando a escuridão.
Vivemos em um momento o qual é preciso educar o povo para a vida, para a luta, não dando chances para que as concepções burguesas e pequeno burgueses aprisionam seus espíritos de luta por liberdade. Foi esse aprisionamento que fez o povo Venezuelano a depor em armas, não se colocar em luta por liberdade, revolução. Hoje celebram não ter morrido, não terem sido massacrados, porém, humilhados, escravizados, soterrados literalmente sob os escombros do imperialismo.
– Povo Organizado!
– Unidade dos Revolucionários!
– Revolução!
– Ousar Lutar, Ousar Vencer!
João Bourscheid

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